sexta-feira, 17 de julho de 2009
Definições para o Gre-Nal
Mas este tem que ser muito treinado para ser usado regularmente, e o Inter a recem adotou este formato, se é que vai mante-lo para o clássico de domingo, para mim o principal problema para a utilização deste esquema é a ausência no grupo de jogadores de um ala pela direita. Bolivar e Danilo são muito mais laterais de marcação que apoiadores, em compensação o colorado tem zagueiros em quantidade e qualidade para formar um bom sistema defensivo com três zagueiros e com a atuação de Sorondo frente ao Fluminense, fica dificil sacar o Uruguaio do time.
Se D´Alessandro for liberado pelo STJD, acho que o argentino deva entrar na equipe no lugar do suspenso Magrão e não de Andrezinho, a utilização de três zagueiros é exatamente para diminuir um volante do meio, mas duvido que Tite faça isso.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Inter cai em nova decisão

Hoje ouvindo o comentário do Pedro Ernesto na Rádio Gaúcha, não que este seja um grande comentarista de futebol, mas tive que concordar com ele: Inter cometeu um erro de logistica esta semana que com certeza debilitou seus jogadores na parte física.
Se não vejamos: Viagem de Porto Alegre para o Recife, depois retorno a Porto Alegre; viagem para Quito e retorno para o RS; e agora para o jogo contra o Atlético Paranaense nova viagem para Curitiba. Nisso atrasos em aeroportos, desgastes, enfim. Depois do episódio DVD o colorado comete outro erro estratégico e diante de tantas decisões, isso não poderia acontecer. A equipe deveria ter passado a semana fora, indo do Recife para Quito, de Quito para Curitiba.
Em campo, o patético time do Inter foi humilhado pelo, no máximo, ajeitado time da LDU, tomando 3x0 e vendo os equatorianos conquistar a Recopa Sulamericana com facilidade, apresentando os problemas de sempre, falhas na bola aerea defensiva, três volantes sem dar o mínimo de apoio para D´Alessandro, este em fase terrivel, não acertando nada. Dos três cabeças de area, Magrão, assim como o argentino em péssima fase e Taison que não consegue render o mesmo futebol do campeonato gaúcho.
Acho que certas medidas corretivas tem que ser tomadas a curtíssimo prazo e sinceramente não vejo em Tite a determinação pra fazer isso. Colocar certos "titulares por decreto" no banco. Orientar melhor o Taison, equilibrar a meia-cancha tendo maior articulação.
Inegavelmente Tite balança no cargo, tendo Muricy e Luxemburgo disponiveis, a direção diz que o treinador fica, mas vi algumas vezes direções de futebol confirmar e horas depois desconfirmar.
Aguardaremos cenas do próximo capitulo.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Decisão em Quito

Vamos guentar esta noite, de novo o técnico Tite insistindo com uma equipe dependente de um articulador que está em má fase (D´Alessandro) e três volantes, sendo um deles (Magrão) igualmente em má fase. Não consigo entender esta escolha.
Andrezinho ou até mesmo Bolaños (foto) poderiam dar uma melhor contribuição a um time que precisa vencer para ser campeão.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Coisas que todos sabiam sobre o Corinthians antes do jogo... menos o Tite!
Se vê de imediato que bolas longas não iriam funcionar e foi exatamente o que ele fez e vimos no que deu.
O Inter precisava mais do que nunca de ARTICULAÇÃO. Sem Sandro, a escolha por manter a formação que fracassou duas vezes contra o Flamengo e uma contra o Coritiba foi fatal contra um time da qualidade do Corinthians, deveriam ter colocado Andrezinho e D´Alessandro armando e se somando com Taison e Nilmar na frente e jogado muito pelas laterais para tentar algo de mais efetivo.
Faltou treinador.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Vitória do Corinthians do sábio Mano Menezes
Principalmente no jogo do Beira-Rio, os paulistas mostraram por que mereceram este titulo, pela montagem do sistema defensivo, pela qualidade na saída de bola, pela armação de meia-cancha o Corinthians superou de longe o Internacional.
Falando no Inter, me torno repetitivo falando em Tite. Mas antes vou falar do bendito DVD.
Fernando Carvalho, o grande Fernando Carvalho cometeu um erro estratégico absurdo. Não em montar este DVD, mas sim em chamar a atenção da imprensa para isso. Eu vi o que foi colocado no DVD, é pertinente, mas manda para a CBF e para comissão de arbitragens, diz que fizeram o dito cujo e já era.
Certas coisas caem de maduro e devem ser muito bem analisadas. E numa final não se dá armas para o adversário.
Vamos ao time dentro de campo
O Inter saiu novamente com três volantes, sem Sandro a escolha recaiu sobre Glaydson, mais Guiñazu e Magrão, este ultimo jogando como "meia direita" e é por ele que começo... tá pedindo uma reserva.
Cada vez me convenço mais que o Magrão é reserva do Guiñazu, ele tem qualidades, mas ta num momento ruim.
Digo de novo, deveria ter iniciado com Andrezinho.
Ai vou passar para D´Alessandro.
Vou dar o desconto de sempre pela armação do meio campo, mas não é possivel um profissional com tamanho descontrole.
O Inter descuidou, tomou gols e complicou toda sua situação, faltou claramente tranquilidade ao time, notava-se pelos erros de passe no inicio, nisso o DVD não ajudou em nada, aumentou a pressão sobre o grupo de jogadores.
Na defesa, pra mim o melhor foi o Bolivar, Indio começa a entrar para mim na mesma situação que o Magrão, caiu de produção. Taison esforçado, mais bem marcado, assim como Nilmar, este ainda deu mais trabalho, no ataque destaco Alecsandro que entrou e fez os dois gols no empate.
Acho que com um profissional do gabarito do Muricy no mercado, não se pode mais perder tempo com o Tite. O ano de 2009 esta ai e é necessario pequenas correções de rumo. Espero que Fernando Carvalho, que errou e feio no episódio DVD, veja o certo.
terça-feira, 30 de junho de 2009
A morrer ,
Conselheiro Movimento InternetBV
Havia um castelhano, um negro e uma bola. Um vinte de maio, uma quarta-feira escorrendo-se em seus últimos atos. O mulato ficava à esquerda. Alto, esguio, melenudo, era a concentração e a certeza vestidas de sangue e noite. O gringo estava à direita. Menor em estatura, retaco, pernas impacientes, levemente arqueadas, como que prontas para receber um bandoneón imaginário. A pelota entre eles, formando uma espécie de triângulo, olho num e noutro, cem mil olhares sobre si. Naquele momento, toda a minha vida se resumia a esse cenário.
Amigos, vocês estavam lá, fosse em corpo ou espírito, dentro ou fora do gramado, e hão de convir comigo que nada mais importava afora essa tríade montada à frente da grande área da Popular, apontando para a goleira cabalística: o negro, o castelhano e a bola. Tentem puxar pela memória - está tudo gravado na alma: remontem aqueles três minutos que se sucederam logo após o excelente Ibson cometer a bobagem suprema de derrubar Glaydson e dar-nos o passe instantâneo para sairmos desse mundo, indo diretamente para um lugar aonde só o Internacional é capaz de nos carregar.
Não pensem que esse ponto em questão é fantástico e maravilhoso, porque não é! A verdade, amigos, é que, em nome do Colorado, da nossa devoção, nós fomos desembocar, uma vez mais, num tipo de fio-de-navalha, numa linha absolutamente tênue e intangível, porém de potência inexplicável. Sua força é tanta que, naqueles instantes, estávamos todos pinçados como marionetes, legítimos pêndulos humanos, descaindo entre o arrebatamento e a desgraça, flertando com o gozo divino e borrando-nos frente à iminência da dor dilacerante. O pior e o melhor de tudo: experimentando essa variedade sem-fim de sensações em revezamento, com todas as suas gamas pululando átimo a átimo.
E havia lá um castelhano, um negro e uma bola. E também um meio-Estado transformado em joguete das suas próprias emoções, misturando-as e saboreando-as, com todos os pretensos gostos e travos, correndo-os em um século de três minutos. Confesso-lhes que eu só enxergava mesmo o argentino. Era por sua zurda que eu rogava, repetindo seu apelido curto e com apóstrofe em voz e pensamento - sem querer, amarrava duas palavras de mesmo sentido em línguas diferentes: Vamos, D'ale! Esse gringo traz o ímpeto e a fúria na própria alcunha.
O árbitro autorizou, e foi ai que tudo se deu.
O negro orientou o corpo à frente, e agora já não mais havia o castelhano nem a bola. Éramos todos o mulato, por brevíssimos quadros, por movimentos sem tempo. A bola volta à cena, é tocada, sai do chão e apaga todo o resto, transmudando-nos nela própria. Fomos, ali, a pelota voando, correndo o ar com toda a decisão e a certeza, dona do ambiente, de um universo que ali parara e se deixara carregar por ela, todo ele suspenso, travado sobre a quase-morte e o quase-Nirvana.
No esoterismo, no ocultismo e em algumas escolas de pensamento dessas linhas, é muito usado o termo CHAVE. Ele se refere aos segredos iniciáticos, às senhas que desvelam os porquês, as pequenas e grandes verdades. Elas estão ai, mas dificilmente as vemos; olhamos, mas não enxergamos. Ainda assim, vivemos delas, nelas ou sob os seus ditames.
E então, a bola tocou a rede.
E, por um espécie de infinito, já não existia mais dor nem contas a pagar, nem crianças a buscar na escola, nem escândalos nos jornais, nem desamores, nem provas da faculdade, nem ônibus perdidos no ponto, nem o mau hálito matinal, nem pais doentes, nem bilhetes não-contemplados, nem intervalos comerciais, nem despertadores, nem refrigerantes sem gás, nem vidas sem poesia.
Nem vidas sem poesia.
Sejam sinceros com vocês mesmos e reflitam: quantas vezes viveram algo semelhante àquela noite de quarta-feira, quando um negro, um castelhano e uma bola postaram-se em frente à grande área sagrada e lhes roubaram as consciências? E o sentimento de que tudo perdia-se num segundo para, já no seguinte, flanarmos na glória maior de sermos colorados, vocês podem detectar? O arrebatamento daquele gol - irmão do tento de Tinga, de Figueroa, de Adriano -, onde vocês já experimentaram?
Amigos, excetuando-se o nascimento de filhos, uma ou outra grande trepada, quem sabe o envolvimento com a arte ou uma experiência mística, enfim, afora isso, infelizmente, existimos quase como autômatos, sorvidos pela rotina, encaixotados numa pasmaceira bovina. E aqui eis o princípio inabalável, a grande CHAVE do SER colorado: só há vida de verdade no Gigante. Quase tudo que se dá longe da arena montada às margens do Guaíba é um paliativo, uma camuflagem, uma grande tapeação do espírito.
Quem não passou pela angústia de um jogo decisivo dentro do Beira-Rio desconhece a sua própria alma, não sabe do que ela é feita e lhe é tão estranho quanto um transeunte, um passante que se vai no canto da vista, numa rua qualquer. Quem morreu sem ter sido sugado pelo turbilhão de um Gigante urrando nos minutos finais de uma jornada épica, rasgando-se em gritos sem voz, inflando-se em pulmões sem ar, insistindo em jamais desistir, viveu com a intensidade de um marido gordo de pantufas.
É isso que precisamos entender, todos nós, torcedores e atletas. Quando a próxima quarta-feira começar a se despedir, estaremos outra vez despidos do mundo irreal para existirmos de verdade, para entregarmo-nos às sensações que só o Sport Club Internacional é capaz de incitar, para VIVERMOS A MORRER. Vamos outra vez ao legítimo exercício da alma que é alijarmo-nos de todo o supérfluo para sermos apenas Inter, para os noventa minutos de respiro vital da nossa essência. Graças a Deus.
Eu não sei o que vai se passar na quarta-feira. Mas esse é um daqueles poucos dias em que valemo-nos do privilégio de não apenas acreditar, mas sim de termos certeza!
Certeza de que estamos vivos.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Inter em clara crise técnica perde para LDU.

Não sei o que aconteceu com o Inter nos ultimos jogos!
Hoje vi atentamente a derrota do time colorado para a LDU no Beira-rio, primeira do ano em casa por 1x0, deixando como na Copa do Brasil, o titulo da Recopa longe do Beira-rio.
Vi um time desligado, sem mobilidade, Andrezinho irreconhecivel e D´Alessandro visivelmente fora de ritmo tiraram do time toda a qualidade.
Nisso vejo também a falta de treinador.
Tite, para mim, não cobra o time! Faltou concentração em um jogo muitissimo importante como esse, e nisso o técnico tem que estar atendo.
Vejo criticaram o Alecsandro, com justiça sim! Pois ele não vem bem, mas também tem que se analisar que este time do Inter não cruza e não faz da bola aerea ofensiva seu ponto forte, mesmo caso de se usar o Leandrão.
Para o jogo contra o Corinthians o Inter tem que melhorar muito, se não iremos amargar a perda de duas competições em uma semana.
Acorda Inter!
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Agora complicou de vez...

terça-feira, 16 de junho de 2009
A batalha do Pacaembu

domingo, 14 de junho de 2009
Maratona de decisões!
